Por Maria Manuela Cruzeiro
O passado, pois – continuando no domínio da navegação aérea – como uma espécie de caixa negra da memória, o centro de todos os centros, enigma ou oráculo cujas falas, sendo as mesmas, são sempre diferentes, porque diferentes são as perguntas que o tempo lhe vai fazendo.
As primeiras páginas do livro advertem-nos quanto ao grau de perigosidade e também de ambiguidade desse desafio. Os gestos, os rostos e as histórias que a memória resgata do esquecimento, trazem o calor de um olhar íntimo e solidário, mas também o verde frio da angústia e da dúvida insidiosa. [mais>>]
Uma leitura proposta durante a apresentação pública do romance, ocorrida em Coimbra no último dia 10 de Março.